Pássaro considerado extinto há 150
anos reaparece na Nova Zelândia
29 de setembro de 2011 • 15h07 • atualizado às 15h18
Todos os dias dezenas de espécies entram para as listas que
trazem os animais ameaçados de extinção. Apesar dos esforços de biólogos e
cientistas, é muito mais comum entrar no grupo do que o contrário. Cintudo,
nesta semana, ambientalistas, biólogos e cientistas da Nova Zelândia
confirmaram o "ressurgimento" de uma espécie de pássaro considerada
extinta há mais de 150 anos.
As pistas da
sobrevivência do New Zealand Storm Petrels, ou apenas Storm Petrels, surgiram
em 2003, quando um grupo de pesquisadores avistou um exemplar isolado em meio a
um grande grupo de outros pássaros.
Foi cogitada a
existência de uma espécie semelhante, afinal, os cientistas consideraram pouco
provável que os pássaros passassem tanto tempo em reprodução contínua sem serem
percebidos. Mas, foi exatamente o que aconteceu e a confirmação veio através do
DNA comparado entre exemplares empalhados em museus e um Storm Petrel vivo.
Desde então,
ambientalistas trabalham para que a descoberta resulte no financiamento de
medidas para a proteção da espécie, porém, o Departamento de Conservação diz
que o Storm Petrel vai ficar alocado em uma categoria que recebe uma verba
relativamente baixa, em virtude do desconhecimento do tamanho da população das
aves.
Bocejar pode ser mecanismo para
resfriar cérebro, diz estudo
23 de setembro de 2011 • 07h21 • atualizado às 09h39
Bocejar pode ser um mecanismo de resfriamento do cérebro,
sugere um estudo realizado na universidade de Princeton, nos Estados Unidos. A
pesquisa reforça a tese de que a temperatura dos cérebros é regulada com a
troca de calor com o meio ambiente por meio dos bocejos.
Os pesquisadores
documentaram a frequência dos bocejos em 160 voluntários no estado americano do
Arizona durante um verão e um inverno. Eles concluíram que as pessoas tendem a
bocejar duas vezes mais no inverno, quando a temperatura externa é muito menor
do que a dos seus corpos. Isto porque o ar mais quente do verão, quando a
temperatura é parecida com a dos corpos, não proporcionaria tanto alívio para
cérebros superaquecidos.
Andrew Gallup, que
liderou a pesquisa, diz que a temperatura cerebral é influenciada pela
quantidade de processamentos que o cérebro tem que fazer, a temperatura do
sangue e a velocidade com que este sangue corre pelo órgão. Ele diz que
cérebros superaquecidos também causam a sensação de tontura, o que explicaria
porque bocejamos quando estamos com sono.
"Quando sua
temperatura é mais alta você tende a se sentir mais cansado. Pouco antes de
dormir, a temperatura do seu corpo é a mais alta do dia", diz ele. Ele diz
que o estudo "é o primeiro que mostra que bocejos variam de acordo com a
estação do ano".
"As implicações
são intrigantes, não só em termos de conhecimento básico de fisiologia, mas
para entendermos melhor doenças como esclerose múltipla e epilepsia, que são
geralmente acompanhadas por bocejos frequentes e disfunção
termorregulatória." Um estudo anterior em ratos, publicado no ano passado
e que teve a participação de Gallup, indicou que os bocejos são deflagrados
pelo aumento rápido na temperatura do cérebro, que diminui após a atividade.
Comentário: Finalmente temos uma explicação para o bocejo. É uma ação que sempre realizamos e não sabemos porquê, claro que não muda muito a nossa vida, mas temos que encarar o estudo como uma contribuição para a ciência, que é a base de muitas descobertas benéficas.
Grupo leva pontes para macacos à
área urbana de Porto Alegre
17 de setembro de 2011 • 18h43
Voluntários em Porto Alegre (RS) irão instalar no domingo pontes
para a travessia de animais silvestres na zona sul da cidade. Integrantes do
Programa Macacos Urbanos - um grupo formado por biólogos, veterinários e outros
defensores da natureza - irão pendurar sobre ruas do bairro Lami duas pontes
que foram criadas para ajudar na movimentação de macacos bugios.
As duas novas
estruturas vão se somar a outras sete que já estão em uso. Antes da
iniciativa, os bugios eram atropelados, eletrocutados nos fios da rede elétrica
ou atacados por animais domésticos. Apesar de pensadas para os macacos, as
pontes também têm ajudado outros animais, como gambás e ouriços, de acordo com
Renata Pfau, bióloga voluntário do programa.
Segundo ela, há
registros fotográficos - feitos por câmeras escondidas - e também relatos de
moradores sobre a utilização das pontes pelos animais. O grupo começou a
instalação das estruturas em 1995 e depende, principalmente, da venda de
camisetas para conseguir recursos financeiros. O programa é vinculado à
Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a ação de domingo é aberta à
participação da comunidade, começando às 14h na Estrada Passo da Taquara.
Vitória no Ministério Público
Além de criar alternativas para a travessia de animais em zonas urbanas, o grupo de voluntários conseguiu obrigar a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) a encapar os fios elétricos que ameaçavam a vida dos bugios. Após abrir uma denúncia no Ministério Público por maus tratos aos animais com o argumento de que a companhia possuía a tecnologia necessária para evitar o eletrocutamento de animais, mas não a utilizava, a CEEE ficou obrigada a isolar os fios em todas as áreas onde há registro de morte, queimaduras ou perda de membros nos animais devido a choques elétricos.
Além de criar alternativas para a travessia de animais em zonas urbanas, o grupo de voluntários conseguiu obrigar a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) a encapar os fios elétricos que ameaçavam a vida dos bugios. Após abrir uma denúncia no Ministério Público por maus tratos aos animais com o argumento de que a companhia possuía a tecnologia necessária para evitar o eletrocutamento de animais, mas não a utilizava, a CEEE ficou obrigada a isolar os fios em todas as áreas onde há registro de morte, queimaduras ou perda de membros nos animais devido a choques elétricos.
Inspiração
O Programa Macacos Urbanos prestou consultoria ao Parque Estadual das Fontes do Ipiranga,em São Paulo ,
que enfrentava um problema semelhante ao da zona sul de Porto Alegre. Bugios do
Zoológico de São Paulo atravessavam uma grande avenida para circular entre o
zoo e o parque e muitos foram atropelados na via. Hoje, duas passarelas
conectam as áreas e ajudam bugios e preguiças a se movimentar com segurança.
O Programa Macacos Urbanos prestou consultoria ao Parque Estadual das Fontes do Ipiranga,
Comentário: O espaço que antes era dos animais, agora esta sendo destruído e até mesmo em locais como o Lami são necessárias medidas como esta. Achei a iniciativa bastante positiva e creio que teremos menos mortes de macacos a partir dela.
EUA: reprodução de tubarão
gigantesco surpreende motoristas
09 de setembro de 2011 • 20h18 • atualizado às 20h50
Um gigantesco tubarão pré-histórico, de vários metros de
comprimento e em posição de ataque pôde ser visto nesta sexta-feira em uma das
principais estradas da Flórida para desconcerto dos motoristas, que não
acreditavam no que estavam vendo.
Tratava-se da maquete de um Carcharodon megalodon, uma espécie extinta de tubarão que se acredita ter habitado
o planeta há vários milhões de anos. O Museu de Ciência e Descobrimento de Fort
Lauderdale (Flórida) estava levando a maquete para suas instalações no alto de
um enorme trailer sem tapá-la com nenhum tipo de capa, segundo explicou um
responsável da instituição.
O megalodon é
considerado como um dos predadores mais poderosos que já existiram e os
cientistas acreditam que podia superar com facilidade os 15 m de comprimento.
Esse museu deve
instalar a gigantesca maquete como parte de uma exposição sobre a "Flórida
Pré-histórica" em um novo centro que inaugurará em novembro próximo e que
lhe permitirá duplicar seu espaço, no qual também se poderá observar fósseis
das maiores tartarugas que já existiram, com mais de quatro metros de
comprimento.
"Os visitantes
também poderão dar um passeio em um hidrodeslizador sem sair do museu,
experimentar ventos com força de furacão no olho da tempestade, escavar na
busca de fósseis, observar um confronto entre um gato de dentes de sabre e um
mamute imperial ou aprender como proteger os Everglades", explicaram os
responsáveis do museu.
http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&ved=0CCMQFjAA&url=http%3A%2F%2Fnoticias.terra.com.br%2Fciencia%2Fnoticias%2F0%2C%2COI5340001-EI8145%2C00-EUA%2Breproducao%2Bde%2Btubarao%2Bgigantesco%2Bsurpreende%2Bmotoristas.html&ei=ycaHTqijOsa_gQfj-rn6Cg&usg=AFQjCNH23jPe_bwTqWNnTzR5EMzKSoe3OQ
Comentário: Continuando o assunto da extinção: nosso descendentes só conseguirão ter acesso às imagens dos animais que vivem hoje, assim como ocorrerá com a flora. Achei essa iniciativa muito boa, porque permite um contato direto e surpreendente do público para com o ser desconhecido.
Comentário: Continuando o assunto da extinção: nosso descendentes só conseguirão ter acesso às imagens dos animais que vivem hoje, assim como ocorrerá com a flora. Achei essa iniciativa muito boa, porque permite um contato direto e surpreendente do público para com o ser desconhecido.